No financiamento público, uma parcela do orçamento público é destinada aos partidos (não às candidaturas) para as campanhas eleitorais, enquanto no financiamento privado uma parcela dos lucros de grandes empresas é destinada às candidaturas (não aos partidos).
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Quais as diferenças entre o financiamento público e o financiamento privado de campanhas eleitorais?
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
Freud explica o Carnaval
Segundo Freud, a nossa mente é como uma casa em que vivem três habitantes. No térreo, mora um sujeito simples e meio atucanado, chamado Ego. Ele não é propriamente o dono da casa, mas cabe-lhe pagar a luz, a água, o IPTU, além de varrer o chão, lavar a roupa e cozinhar. Estas tarefas fazendo parte da vida cotidiana, Ego até não se queixaria. O pior é ter de conviver com os outros dois moradores.
sábado, 14 de fevereiro de 2015
O Carnaval da Libertação na perspectiva de um monge
Em várias cidades brasileiras, já estamos em tempo de Carnaval. No Rio de Janeiro, Olinda, Salvador e outras cidades tradicionais, os blocos estão nas ruas e as pessoas superam as dores e angústias do cotidiano através da dança, das brincadeiras e da alegria do Carnaval. Ainda há pessoas e grupos que veem nisso mera alienação. Alguns grupos religiosos condenam o mundanismo e julgam o Carnaval como produto do diabo. Não há dúvidas de que o Capitalismo faz de tudo mercadoria. No Carnaval, explora um erotismo simplesmente comercial. Fomenta o uso exagerado de bebidas e mesmo de drogas. Tudo isso cria um circulo vicioso com a violência urbana que explode em alguns fenômenos de massa não bem canalizados. No entanto, apesar desses problemas, toda festa, mesmo a mais aparentemente mundana, reúne pessoas em uma expressão de alegria e tem, por isso, uma dimensão nobre e, podemos mesmo dizer: espiritual.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
O bem comum foi enviado ao limbo
As atuais discussões políticas no Brasil em meio a uma ameaçadora crise hídrica e energética se perdem nos interesses particulares de cada partido. Há uma tentativa articulada pelos grupos dominantes, por detrás dos quais se escondem grandes corporações nacionais e multinacionais, a midia corporativa e, seguramente, a atuação do serviços de segurança do Império norte-americano, de desestabilizar o novo governo de Dilma Rousseff. Não se trata apenas de uma feroz critica às políticas oficiais mas há algo mais profundo em ação: a vontade de desmontar e, se possível, liquidar o PT que representa os intersses das populações que historicamente sempre foram marginalizadas. Custa muito às elites conservadores aceitarem o novo sujeito histórico – o povo organizado e sua expressão partidária – pois se sentem ameaçadas em seus privilégios. Como são notoriamente egoistas e nunca pensaram no bem comum, se empenham em tirar da cena essa força social e política que poderá mudar irreversivelmente o destino do Brasil.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Assessoria de Dilma emudeceu o Muda Mais. Agora, corre atrás…
por Luiz Carlos Azenha
Quando o site Muda Mais foi emudecido, depois da campanha eleitoral, surgiram protestos. Houve gente que considerou um erro. O fato é que o sítio muito contribuiu para a eleição de Dilma. Trazia textos, comentários, vídeos e dicas que foram amplamente compartilhados pelos eleitores da candidata petista. Os memes do Muda Mais viajaram longe nas redes.
"Não importa quem ganhe ou perca a eleição, o PMDB sairá vitorioso, sempre"
Trata-se de um todo contraditório: o PMDB espelha parte da história da redemocratização do País, mas também do processo de degeneração do sistema político nacional. Seu apetite por cargos e recursos é voraz; sua disposição e expertise para arrancar concessões e recursos dos governos se igualam em habilidade e frieza às de jogadores de pôquer. Ao contrário do PT, é um campo de profissionais. Sua visão reside na perpetuação do próprio poder e levar o baixo clero ao paraíso. O PMDB não é para principiantes.
Há anos o partido se desenvolve num movimento desigual e combinado. Federação de grupos, suas áreas são diversas, contraditórias e divergentes. Mas é a diversidade que mantém a unidade e a perspectiva de poder que o amalgama. É notável a capacidade que possui de representar grupos particularistas e satisfazer interesses restritos, nem sempre claros ou visíveis. É importante compreender o engenho e a arte desse seu dividir para somar.
