O modelo macroestrutural de enfrentamento de Governos Populares na América Latina parece receita de bolo de fubá. Pequenas variações, mas o conteúdo é o mesmo. O caso argentino comprova a tese: ataques ao Papa Francisco, às Mães da Praça de Maio e aos direitos humanos fizeram parte do roteiro de Macri, presidente eleito pela direita. A radicalização e a virulência são comuns, afinal, de assassina chamaram a Presidenta Cristina Kirchner à época do ocorrido com o Promotor Alberto Nisman.
terça-feira, 24 de novembro de 2015
ARGENTINA COMPROVA QUE FÓRMULAS SE REPETEM. E QUE É HORA DE VIRARMOS O JOGO
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