1° Transparência - Falou
de todos os temas, os mais espinhosos para a Igreja. Quem não é transparente
perde a credibilidade!
2° Generosidade – Mesmo sob os holofotes,
Francisco se colocou em posição de igualdade perante os fiéis que se
aproximavam. Está com os dias contados o líder que quer aparecer sozinho, não
dá espaço para seus liderados se destacarem e faz de tudo para não perder
recursos para outras áreas.
3° Participação – Como gestor, o papa Francisco
não se restringe a fazer o trabalho de gabinete. Ele vai às ruas e coloca a mão
na massa. Líder que também executa vira exemplo positivo e sabe cobrar melhor.
4° Proximidade – Descer de automóvel em plena carreata e
parar para conversar com fiéis. Essas foram cenas que se repetiram na visita do
papa Francisco. Ao gestor, não basta dizer que matem suas portas abertas. É preciso
estar realmente disponível. Mais ainda é preciso demonstrar interesse pela
equipe.
5° Coerência – Usar um carro popular em sua aparição oficial,
adotar a simplicidade em sua hospedagem, no modo de se vestir etc. as atitudes
do papa casam perfeitamente com seu discurso contra a ostentação e a busca
desenfreada por bens materiais.
6° Objetividade – A
mesma simplicidade das atitudes do papa Francisco pode ser observada em seu
discurso. Palavras fáceis, mensagens diretas, uso de metáforas e foco na
solução.
7° Motivação – Como líder, o papa trabalha o lado
emocional das pessoas. Dessa maneira, eleva o entusiasmo dos fiéis, gera a
percepção de que todos fazem parte de algo maior e angaria a confiança do
público.
8° Referência – A imagem de integridade moral que o papa
Francisco transmite tem capacidade de criar seguidores. No papel de líder, ele se
transforma em uma referência a ser seguida.
9° Inspiração – Quando um líder inspira sua equipe,
propicia a geração de mudança, cria um ambiente favorável a transformações. E
essa é uma mudança que não é outorgada, mas que acontece de dentro para fora.
10° Autocracia – Em suas aparições públicas o papa Francisco
transmite uma imagem de bonzinho, nos bastidores é um líder assertivo. No
Vaticano, ao assumir, cortou equipe e trabalha apenas com quem confia.
Investigou as pessoas mais próximas, tem metas e objetivos claros, determinou
papéis e cobra resultados. Em um momento tenso, que exige uma grande mudança,
ser firme é necessário.
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